INF.: 360/ADM/FEV/2022 – AGE 01/2022: PERGUNTAS E RESPOSTAS

 

Desde que iniciamos a divulgação dos informativos sobre os itens da pauta de nossa Assembleia, diversos foram os contatos de condôminos, externando suas dúvidas. Assim, fizemos uma coletânea das perguntas mais recorrentes, e vamos responder, abaixo:

 

Após a implantação da energia solar no condomínio, a perspectiva da diminuição da taxa comercial ordinária ocorrerá a partir de quantos meses/anos?

Existe um período chamado Payback, em que é estimado que todo o investimento “se pague”, a partir da economia gerada. Para a proposta mais baixa apresentada, estima-se que o retorno se dê por volta de dois anos. Durante esse período,ainda haverá taxas obrigatórias que continuarão vencendo, como o custo de disponibilidade e taxa de iluminação pública.

Considerando as despesas atuais com energia, R$ 22 mil, divididos pelas 1.963 unidades, chegamos a R$ 11, 20. Essa é a taxa ordinária que cada unidade direciona à CEB Neoenergia. Parece pouco, mensalmente, mas no cômputo de um ano inteiro, esses valores poderão ser revertidos aos próprios condôminos, como serviços ou benfeitorias. R$ 11,20 não seria um alívio significativo nas despesas de cada condômino.

Quanto ao valor da taxa ordinária, ela é corrigida com base em um balanço de receitas e despesas, considerando também o plano de trabalho aprovado pelos condôminos. Em um cenário de aumento constante de preços, é impossível projetar uma redução na taxa ordinária para cinco anos à frente. Mas é certo que, com o peso menor nas despesas, as necessidades de reajustes serão proporcionalmente menores.

 

Haverá uma taxa extra para instalação da energia solar?

NÃO. A melhor proposta oferece o pagamento em 60 parcelas, com valor abaixo do que pagamos mensalmente à CEB Neoenergia. Temos ainda a opção de pagar à vista, utilizando recursos disponíveis das contas de investimento do condomínio. O investimento em energia solar é pago com a própria economia na fatura.

 

Haverá uma taxa extra para instalação das câmeras?

NÃO! A proposta é de executar a instalação do sistema de vigilância, utilizando recursos ordinários, oriundos de economias orçamentárias e da recuperação de inadimplências. Economias que permitiram o novo projeto da rede de água potável, por exemplo.

 

Mas já não existe monitoramento de CFTV no condomínio?

Existem câmeras, no perímetro da cerca que margeia a DF-001, nas portarias e na Administração. Mas, hoje, essas imagens não são monitoradas. A equipe de segurança recorre a elas, quando há a necessidade de apurar algum episódio suspeito. A proposta é ampliar a quantidade de câmeras e implantar o monitoramento, para todo o perímetro do condomínio e para as avenidas principais. O monitoramento das imagens ficará a cargo da equipe de segurança do condomínio, em turnos de duas horas, por funcionário.

 

A infraestrutura será subterrânea ou cabeamento em poste?

Todas as câmeras serão instaladas em postes, por onde passará o cabeamento de fibra ótica, tal qual já ocorre hoje.

 

A infraestrutura permite instalação de outras câmeras futuramente?

Sim, ampliando a rede de fibra ótica e os equipamentos de monitoramento e gravação, o que pode ser feito em etapas futuras.

 

As câmeras serão colocadas nas entradas e saídas de todas as ruas?

Considerando o alcance máximo em período noturno, o projeto contempla uma câmera a cada 30 metros. Não se trata de colocar uma câmera na entrada de cada rua, mas de registrar todo o movimento nas avenidas, inclusive de quem entra e de quem sai de cada conjunto. Para isso, estamos propondo equipamentos de alta definição.

 

Quando se fala em perímetro e avenidas, o que exatamente está sendo filmado? Existe algum mapa das câmeras?

Perímetro é toda a área que contorna o condomínio. Ou seja, toda a margem do condomínio e a extensão das avenidas passarão a ser monitoradas por câmeras, as imagens gravadas, além da presença constante de um funcionário da segurança, na visualização de todos os movimentos registrados pelas câmeras. No entanto, nenhuma câmera ficará voltada para os quintais das casas.

 

A prioridade deveria ser a pavimentação. Por que não focar apenas nela?

Entendemos que todos estão ansiosos pela pavimentação, mas ela não ficará prejudicada pelos outros investimentos. Para este assunto, já estamos empregando todos os esforços institucionais na obtenção das licenças necessárias e, para a instalação das câmeras e da energia solar, não serão usados os recursos da taxa extra, cujo destino é a obra de infraestrutura. Um condomínio possui muitas outras necessidades importantes, e a segurança é uma delas. A demanda pelo monitoramento eletrônico é dos próprios condôminos, e o condomínio tem a possibilidade de executar este novo projeto, sem comprometer recursos ou esforços de nenhuma outra área. Caso deixássemos de implementar os projetos de CFTV e energia solar, esse recurso teria impacto quase nulo sobre o montante de recursos necessários para a execução das obras.

Lembrando que o investimento em energia solar é pago com a própria economia na fatura da CEB Neoenergia.

 

Existe um plano estratégico para definir quais são os objetivos e prioridades do condomínio, bem como definir uma política de fornecedores com critérios de escolha que vão além do financeiro?

Os objetivos e prioridades são estabelecidos, todos os anos, por ocasião da proposta orçamentária, realizada na Assembleia Geral Ordinária. Tradicionalmente, realizamos uma enquete, onde os condôminos podem ajudar a definir quais são as maiores prioridades para o ano corrente.

Quanto aos fornecedores, as regras para escolha são claras. Além da questão custo, nós convidamos apenas aqueles que tenham uma boa reputação no mercado e um bom histórico de serviços prestados a outros condomínios. Estamos, também, abertos às sugestões dos condôminos.

 

O valor de taxa extra que pagamos atualmente e que continuaremos a pagar por mais um tempo, é referente a pavimentação apenas da parte do Condomínio já asfaltada? Ou seja, vai haver nova taxa extra pra pavimentar/urbanizar o resto do condomínio?

O valor que estamos pagando hoje é baseado em uma projeção do valor da obra completa, a mesma realizada para cotação de obras públicas, com base em dados do ano de 2019. Após a aprovação e constituição de um fundo financeiro, realizamos a escolha das propostas e deu-se início às obras. Fatores como a alta do dólar, que afeta os custos de matéria prima e combustíveis, e alterações no projeto da bacia, ajudaram a elevar o valor da primeira fase, e, principalmente, da nova etapa. Apenas para comparação, em março de 2019, mês que votamos o valor da taxa extra, o dólar estava cotado em R$ 3,91. Hoje, o dólar está cotado a R$ 5,28, após já ter atingido o pico de R$ 5,90, durante o período de obras. Temos, portanto, uma situação de defasagem no valor inicialmente previsto.

Ademais, em 2019, quando foi realizada a projeção do valor da obra completa, consideramos apenas as despesas com a empresa de execução e, com a experiência adquirida na primeira etapa, constatamos que existem outros custos relacionados, como por exemplo, a fiscalização de obras, fator de extrema importância para garantir a segurança e a qualidade do trabalho.

Além da variação repentina nos preços, o condomínio está sendo condenado ao pagamento de indenizações, em processos judiciais, por lotes perdidos, que estão sendo quitadas com os fundos da taxa extra, por decisão da AGE 01/2018 (saiba mais, clicando aqui). Portanto, sim, no futuro, será necessário um ajuste no valor da taxa extraordinária. Este será apresentado no momento oportuno.

 

Tem ainda alguma dúvida? Agende um horário para ser atendido pelo “Plantão Tira Dúvidas”: (61) 3345-6645, 3245-7811 e 9 9131-2149.